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postado 02.10.2013 às 15:00 por Arnaldo Celso do Carmo
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Psicoterapia do silêncio

Psicoterapia do silêncio
Albert Einstein costumava dizer que um problema não pode ser resolvido no mesmo nível de consciência em que foi criado. Para resolvê-lo é preciso que alcancemos um patamar superior, mais abrangente, onde se encontram soluções que não podem ser vislumbradas desde o nível anterior.

Este é exatamente o propósito da Psicoterapia do Silêncio: fornecer ferramentas capazes de expandir nossa consciência de forma a permitir uma forma de viver mais leve, livre e criativa.

Ao contrário da abordagem das psicoterapias convencionais, que se debruçam sobre os problemas numa tentativa de encontrar soluções para eles, a Psicoterapia do Silêncio se ocupa apenas em estimular uma experiência mais expandida da consciência humana através da sua simples exposição ao silêncio.

A prática ensina que a mente humana pode alcançar diversos níveis de compreensão do mundo, desde os mais estreitos até grandes expansões que, muitas vezes acontecem espontaneamente. Todos nós conhecemos estes estados onde tudo nos parece difícil e sofrido ou então flui de modo fácil e natural. A causa oculta por detrás destas vivências tão diferentes é a nossa identificação com um grau de consciência mais contraído ou com outro mais expandido. Ambos já existem dentro de nós, mas cabe a cada um escolher em qual deles nos apoiaremos para nos relacionar com o mundo.

Nenhum é mais "certo" ou mais "errado" do que o outro. Apenas os resultados são completamente distintos: enquanto a identificação com uma consciência pequena é fonte de conflitos e ansiedade, a escolha pela consciência mais expandida traz paz e contentamento.

O ponto central é que esta escolha, que é feita continuamente pela mente centenas de vezes todos os dias, acontece automaticamente como um processo inconsciente. Não reconhecemos que sempre estamos escolhendo nem que, na maioria das vezes, temos optado pela pequena consciência que gera sofrimento. E assim sofremos sem nos darmos conta de que poderíamos fazer escolhas diferentes.

A Psicoterapia do Silêncio, através de um método muito simples e eficaz, começa por expor claramente este cenário. Aprendemos a observar gentilmente o funcionamento da mente, a reconhecer o momento da escolha e, especialmente, a tomar decisões capazes de trazer mais satisfação e alegria.

A quietude interior passa a ser o nosso apoio nos momentos de decisão, desde as mais comuns e corriqueiras até as mais complexas e especiais.  Quando a mente se encontra num estado silencioso ela descansa no momento presente, fica mais relaxada e consegue enxergar uma realidade muito mais ampla do que quando está contraída.  Isso faz com que seja capaz de vislumbrar um leque maior de alternativas e as soluções então surgem espontaneamente. E como estar em silêncio é a condição mais natural da mente este processo acontece sem nenhum esforço. Na verdade logo aprendemos que não estar em silêncio é que custa muito trabalho.

O resultado é uma mudança radical e duradoura na qualidade da nossa vida, sem a necessidade de análises extensas ou exaustivas que muitas vezes apenas pioram os problemas. Tudo o que é necessário é alguma disciplina para praticar o "voltar" ao nosso natural estado de silêncio e quietude, onde somos naturalmente inspirados a encontrar soluções frescas e surpreendentes para qualquer situação da nossa vida. 
 
 
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